sexta-feira, 11 de setembro de 2020


Mini-Desafio Drabble de Setembro e outras notícias

Outra vez o blog foi largado às traças... Não posso deixar de pensar na postagem que fiz no primeiro dia deste ano, quando prometi a mim mesma que construiria um ritmo de atualizações semanais. Ficou só na promessa mesmo. Porém, mesmo o blog estando parado, minha vida segue um fluxo interessante de acontecimentos. Nesses últimos meses do ano, começam a pipocar os desafios de escrita. Deus sabe que sou movida a desafios, então iniciei setembro participando de um.

O Mini-Desafio Drabble deste mês foi um esquenta para o desafio principal que acontecerá em outubro. Durou sete dias, nos quais recebíamos uma palavra-chave para encaixar em um drabble (capítulo de 100 palavras). Criar uma história com início, meio e fim com um limite tão apertado de palavras e tempo traz a carga de adrenalina necessária para me motivar a escrever.

Assim nasceu Vou Chorar Por isso Mais Tarde. Uma história original baseada nos personagens e cenários do clipe Cry About It Later, da Katy Perry. Esse aqui:


Eu conheci essa música através do grupo Nyah! Fanfiction do Facebook, o mesmo lugar onde acontecem os desafios de drabble. Assim que bati o olho na divulgação do mini-desafio, as cenas do clipe se organizaram como um plot na minha cabeça. Era simples, bonitinho e, bem, fácil de reproduzir.

Do dia 1 ao dia 7 de setembro postei um capítulo diário, narrando as desventuras da bruxa Velutina – que, aliás, foi batizada com a primeira palavra-chave do desafio. Velutina passeia pelo seu mundo encantado enquanto tenta afastar as dores do seu coração partido. Segue o link para os interessados:


O mundo de Velutina desabou. A desolação era amarga, assim como as lágrimas que insistiam em inundar seus olhos. Porém, ela não queria chorar. Não, não! Esta noite, queria se divertir.
Para ler, clique aqui.

Adoro ler e imaginar universos mágicos, mas essa foi minha primeira vez escrevendo sobre um. Tendo o clipe como referência, tudo fluiu com naturalidade, o que tornou a experiência maravilhosa. Eu gostaria de voltar a esse universo, explorar outras possibilidades narrativas, mas... é aquilo, né, cadê a motivação?

O Desafio Drabble de Outubro possui mais espaço para se trabalhar já que dura os trinta e um dias do mês. Participei no ano passado com Não Estou Pronta e foi uma estreia perfeita. Esse ano, porém, ainda não tenho certeza se entrarei. A falta de uma ideia para desenvolver é uma das razões, mas a principal é que estou “escrevendo” uma obra para o Prêmio Machado, da Darkside.
Não estou sendo apenas pessimista ao dizer que as chances de vencer são minímas – inexistentes, para ser mais precisa. O negócio é que eu tinha uma ideia de plot arquivada a um longo tempo, uma boa demais para simplesmente ignorar. Ela encaixou como uma luva no clima sombrio e brutal que o prêmio inspira. Transformar essa ideia avulsa em uma história digna para o concurso era um desafio tentador. Então lá foi eu.

Passei agosto inteiro trabalhando num manuscrito. Estruturei o esqueleto da história, caracterizei personagens e cenários, reuni material para referência e, agora, tenho várias peças daquilo que pode se tornar um livro sensacional.

Usei o mini-desafio para limpar a mente antes de voltar a trabalhar nessa história. Inscreverei ela na categoria Desenvolvimento de Projeto do prêmio. Já tenho até um título: Dezembro de 2020. A vitória não será minha, e ok. Ter um livro concluído depois de tanto esforço e tempo gasto é tudo que almejo, assim quebraria a sina de escritora que não termina seus romances.

E é isso. Em novembro temos o NaNoWriMo e, neste caso, penso em participar para dar um boom na produção dessa história. Encaixar as peças uma na outra, pingar um óleo e conferir se o resultado bate com a imagem que tenho em mente. Prometo trazer mais notícias no futuro!
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sexta-feira, 24 de julho de 2020


Outro 24 de Julho e 24 músicas que quero lembrar

Esse é o terceiro aniversário que registro no blog. O tempo passou tão rápido, tantas coisas aconteceram. Fico feliz por ter um pouquinho desses dias gravado aqui. Quero deixar outras recordações para o meu eu do futuro.


Aqui está, Lljj. A playlist de uma vida inteira. Todinha pra você.

1- Velha Infância – Tribalistas


Era véspera do Dia das Mães e a professora ensaiou a turma para uma homenagem especial. Quantos anos eu tinha? Cinco, seis? Só consigo lembrar de estar nervosa na hora da apresentação. Tinha gravado apenas o refrão da música: você é assim, um sonho pra mim, você é assim... O auditório estava cheio e eu não via a minha mãe. O coração de papel que pintei para ela ficou frouxo nas minhas mãos. Mas a canção era tão bonita.

2- Rato – Palavra Cantada


Chegar da escola, tomar banho e ligar a TV. Quando colocava na Cultura (ou Futura, já nem sei), o Rato aparecia nos comerciais, cantando seus versos repetitivos. Eu esperava o vento aparecer. Ela era a mais bonita dos amores do Rato. Mas a Ratinha tinha o seu charme, afinal, era a única que podia estar ao lado dele. O final feliz era minha parte preferida.

3- Wonderful – Ja Rule ft. R Kelly, Ashanti


Cara, essa música foi tão presente na minha infância que nem sei definir a primeira vez que a ouvi. Apenas sempre esteve ali, tocando em todas as festas. Também estava na rádio comunitária, nos canais de videoclipes e num CD de hip-hop – feito por encomenda – que minha irmã ganhou do namorado. A trilha sonora dos anos 2000.

4- Sonda-me, Usa-me – Aline Barros


Então, eu cresci numa família evangélica, né. A igreja era o único ponto disponível para a socialização. Quando um grupo de coreografia foi montado entre as meninas, lá estava eu. Eliúde era o nome, e usávamos rosa em todas as apresentações. Durou pouco, questão de dois meses. A memória mais clara que guardo é de coreografar Sonda-me num culto de festividade. A igreja lotada, vários visitantes, e eu me sentindo a última bolacha do pacote. Tão empolgada em dar o meu melhor que errei os gestos por pura afobação. Nem liguei. Dançar era tão legal.

5- Toquei – Aline Rosa


Eu ainda estava na igreja. Na época, como parte dos adolescentes, cantando no grupo Raio de Luz. Era uma garota tímida e quieta. Quando me chamaram para solar um hino, minhas mãos tremeram ao segurar o microfone. Foram muitos ensaios para vencer o nervosismo. Toquei era o hino no qual me saía melhor. No dia em que a própria Aline Rosa compareceu na minha igreja, peguei seu autógrafo na capa do CD original que eu possuía. Guardei como um troféu por muitos anos. Não sei onde está hoje em dia.

6- We Are – One Piece


Ah, a primeira abertura de One Piece. O anime passava no SBT às 10:45 da manhã. Todo dia eu e minha irmã esperávamos o início do episódio cantarolando a intro. A bússola pra nós, de nada servirá, só essa paixão no coração nos guiará. Sim, eu vou confirmar que um tesouro existe lá. Não será mais uma lenda, poderemos festejar. Como eu amava aqueles dias.

7- Mágica – Calcinha Preta


Minha irmã ganhou um MP3 Player de presente. Na época, era a coisa mais tecnológica do mundo, logo atrás dos celulares com câmera. Tinha uma tela minúscula na qual assistíamos os dois videoclipes que vieram na memória. Um era Say You Say Me do Lionel Richie. O outro era Mágica, do Calcinha Preta. Aleatório demais! Kkkkk sei a letra das duas músicas de cabeça.

8- Para Sempre Em Meu Coração – Cristina Mel


Essa canção foi o tema da festa de quinze anos da minha irmã. Foi um festão de respeito. Vários tios e primos, incluindo a minha avó, viajaram em caravana de Minas Gerais para o Rio de Janeiro. Durante alguns dias se entulharam no espaço apertado da minha casinha. Foram dias agitados, cheios de idas à praia; e noites gostosas, com conversas e risos que varavam as horas. Terminou cedo demais.

9- Dança do Quadrado – Kibe Loco


Meu primeiro ano no ensino fundamental, antiga quinta série. A professora de educação física era conhecida por ser brava e mal-humorada. Numa aula, ela levou a turma para se exercitar na quadra. Formamos um grande círculo e nos alongamos preguiçosamente. Ninguém queria estar ali. Então alguém começou a cantar “ado, a-ado, cada um no seu quadrado”. Várias vozes se juntaram. Era o hit do momento. Eu, que mal sabia a letra, me peguei dançando a coreografia com os colegas. Até a professora entrou no embalo. Ela riu! Gargalhou de verdade. Eu nem sabia que ela era capaz disso. Foi uma tarde memorável.

10- Billie Jean – Michael Jackson


Em 2009, Michael Jackson faleceu. Neste ano, as canções dele foram tocadas à exaustão. Rádio, TV, internet, estavam em tudo. E eu gostei das músicas. Gostei de verdade. Criei um pequeno fã-clube entre minhas amigas da escola e só ouvíamos e falávamos de Michael Jackson. Foi um período curioso. Estranho, porém divertido.

11- Sabor de Mel – Damares


Em dezembro de 2009, perdi uma das minhas irmãs. Cerca de um ano antes ela havia entrado na igreja e se tornado solista do grupo dos adultos, o Orvalho de Hermon. Sua música mais cantada era Sabor de Mel. No seu enterro, quando colocaram o caixão na terra, os irmãos da igreja entoaram: tem sabor de mel, tem sabor de mel, a minha vitória hoje tem sabor de mel. Passei a odiar essa música com todas as minhas forças. Nos anos seguintes não consegui ouvi-la sem lembrar da despedida, da dor sufocante. Hoje não é mais assim. Agora consigo pensar na minha irmã cantando, viva e feliz. A dor é dormente, pura saudade. Queria que ela estivesse aqui.

12- Diva – Beyoncé


Na sexta série, entrei em uma rixa com um aluno novo na turma. O motivo? Ele ousou menosprezar o Michael Jackson na minha frente, e ainda afirmou que o meu ídolo master não chegava aos pés da Beyoncé. Nossa briga durou dias até o menino me empurrar um DVD com os clipes da musa, que seria a prova cabal da superioridade artística dela. Assisti muito a contragosto. E ganhei um novo ídolo. Meu lema se tornou Michael Jackson no céu, Beyoncé na terra.

13- Everytime We Touch – Cascada


Após concluir o anime Fruits Basket, me aprofundei no fandom – que ainda não se chamava fandom – do casal Kyo e Thoru. Na época, os vídeos AMV de casais eram quase uma praga do YouTube. A maioria, se não todos, eram embalados pela versão remix de Everytime We Touch. Meu Deus, como eu detestava a voz dessa cantora! Até que um dia li a tradução da música, que é doce como um poema. Surgiu uma suave tolerância básica para essa escolha constante de trilha sonora. Então, tempos depois, conheci a versão piano slow da canção e foi uma paixão fulminante. Atualmente, tenho um carinho especial por ela. Marca os primeiros passos que dei no caminho que um dia me levaria para as fanfics. Bons tempos.

14- I'm a Flirt – R Kelly


Era o último ano do ensino fundamental e estávamos no final do último bimestre. O clima de despedida começou a marcar presença entre a turma. Sem matéria para dar em aula, os professores nos levavam para a sala de informática para passar o tempo. Era o único lugar da escola que tinha ar-condicionado. As cadeiras eram giratórias e os sete computadores – todos enormes – tinham caixinhas de som. Um dos meus colegas abriu o YouTube e colocou essa música para tocar. Uma batida boa, dançante. Todos se reuniram no computador dele para assistir ao clipe. Essa é a última lembrança que tenho da turma junta. E a letra da canção é bem pouco poética ¬¬

15- Frufru – A Casa Amarela


Aos 15 anos entrei no meu primeiro emprego oficial. Era monitora de brinquedos numa casa de festas. Festas infantis. As festas seguiam cronogramas engessados e as músicas eram sempre as mesmas. Frufru tocava no início, quando os convidados estavam chegando. A letra era bonitinha e me fazia pensar na vida. Eu já sou quase uma mocinha e ainda tenho uma boneca, e de princesa posso ser rainha, mas não precisa tanta pressa. Um amor.

16- Não é Normal – NX Zero


Essa era a música de encerramento das festas. Uma coisa meio agressiva e pesada para incentivar os convidados a irem embora mais rápido. Meu então apaixonado coração entendia cada parafraseado da letra. Por que toda vez que você sai, parte de mim também se vai? Isso não é normal. Ah, a sofrência!

17- Angélica – Chico Buarque


No ensino médio tive contato com coisas que jamais sonhei conhecer. Meu eu leitor estava aflorando, assim como meu senso crítico. Aprender era uma necessidade pulsando. Por um longo período, me debrucei em estudar história. Comecei com a história geral, afunilei para a do Brasil e, quando percebi, lia inúmeros relatos e estudos sobre a ditadura militar. A história da Zuzu Angel, sem dúvida, é uma que muito me emocionou. Angélica é uma música que me traz um nó na garganta.

18- Motherland – Cristal Kay


A ending mais meiga de Fullmetal Alchemist. Lembro de repeti-la mil vezes a cada fim de episódio. A letra me dava inspiração para uma ideia de fanfic. Nunca animei em escrever, mas, se puxar na mente, ainda consigo ver algumas cenas do enredo nessa canção.

19- Eu Te Amo – Fafá de Belém


Essa música fazia parte da trilha sonora de uma novela da Record. Era uma reprise que passava de tarde e minha mãe sempre assistia. A novela em si era um porre, mas essa música tem uma carga emocional enorme. Uma fonte de inspirações românticas. Eu ouvia com tanta frequência que minha irmã mais nova aprendeu a cantar.

20- Don't Hurt Yourself – Beyoncé


No dia em que dei a baixa na minha carteira de trabalho. Eu sabia que tinha algo errado, mas não podia imaginar o que era. Fui muito ingênua. Jamais posso esquecer a sensação. Foi quando a letra de Don’t Hurt Yoursef fez sentido. A traição vem de onde menos se espera.

21- Cuidei de Você – Dilson e Débora


Minha família tinha se mudado para Minas Gerais e eu estava sozinha pela primeira vez. A demissão do meu trabalho era oficial e o início do meu mochilão para o RS se aproximava. Me sentia sobrecarregada com meus sentimentos, tinha medo de fazer tudo errado e quebrar a cara. Então eu decidi ir à igreja. Um culto adventista, num sábado de manhã. Um rapaz assumiu o microfone e cantou Cuidei de Você ao som suave de um violão. Não consegui conter as lágrimas. Fiquei constrangida por chorar em público, porém acalentada pela mensagem da música.

22- Andei Só – Natiruts


Mirante Gelain, Nova Pádua-RS. Uma tarde ensolarada, embora fria. A música na caixa de som tocando o regue que meu anfitrião tanto gostava. Era uma paz esquisita para mim, algo que nunca experimentei. Minha versão viajante encontra eco nessa canção.

23- Imortal – MHRap


Essa é para ilustrar minha atual vibe. Trap, anime, anti-heróis, loucura. Meus dias têm sido insanos.

24- Felicitações – Mara Dalila


E aqui está o parabéns para você que minha mãe dedilhava no violão nos meus aniversários. Foram poucas as ocasiões. Seriam mais frequentes se eu dissesse a ela o quanto amo essa música? Porque eu realmente adoro.

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quarta-feira, 15 de abril de 2020


Sobre escrever... #3

Sinto que é o momento de voltar a trabalhar no rascunho de Eu sou... Scarlet Mills. O plano era iniciar esse processo no início de abril, mas 2020 está sendo tijolada atrás de tijolada e o ato de planejar se tornou meio... bleh. Mas, estando de quarentena, parece um desperdício de tempo ficar apenas lendo e babando nas histórias dos outros, apesar de ser exatamente o que quero fazer. Eu devia, pelo menos, tentar escrever.

Não lembro se já comentei por aqui o fato de sofrer um boom criativo sempre que estou emocionalmente instável. Tenho muitas ideias rondando minha mente agora. Tantas que me vejo saturada pelos meus próprios pensamentos. Fico feliz em imaginar enredos, personagens, cenas, diálogos; tudo com potencial fantástico aos meus olhos, porém não encontro em mim capacidade para transformá-los em histórias concretas, escritas. A frustração cresce, a instabilidade, também, então novas ideias surgem para substituir as antigas e o círculo da procrastinação se completa. Tenho vontade de me dar um soco.

Às vezes, me sinto cheia de motivação. Ontem à noite mal consegui dormir após encontrar uma matéria que oferecia bases para o passado de uma personagem que estou desenvolvendo. Fiquei até as duas da manhã sonhando com a forma que descreveria as passagens que ocupavam minha cabeça. Dormi, acordei e a motivação passou. A frustração veio substituí-la e o desanimo bateu com força.

Ainda nesta manhã, uma postagem do grupo Nyah! Fanfiction do Facebook me levou de volta a questão do porquê me importo tanto em escrever. A publicação pedia que os membros citassem um livro ou filme que achassem que só eles leram ou assistiram. Foram mais de 500 comentários, em sua maioria esmagadora, com títulos de autores estrangeiros. Achei curioso até lembrar que no Brasil é mais fácil consumir o conteúdo de fora do que o nacional. Na crista desse pensamento veio a sensação que, por mais que eu me esforce bastante para desenvolver, editar e publicar um livro, minhas chances de ser lida são mínimas. Então por que me importo tanto em escrever?

A verdade é que não tenho encontrado prazer em escrever minhas histórias ultimamente. Mesmo assim, aqui está o sentimento constante de que deveria aproveitar esse período para trabalhar no rascunho de Scarlet Mills. Estou perdendo tempo lendo e imaginando coisas quando deveria estar produzindo. Mas, que saco, eu só quero ler e imaginar!

Encontrei fanfics tão legais no AO3, os autores lá são tão criativos e bons no que fazem. Me inspiram a explorar novas perspectivas, outros formatos de narrativa e jeitos diferentes de construir um capítulo – tudo na minha cabeça. Sou absorvida pelos enredos e possibilidades e é o suficiente. Isso me satisfaz.

Eu queria, e ainda quero, voltar a trabalhar em Scarlet Mills e todas os outros plots que estão na minha lista de ideias. Porém acho que a frustração diminuirá se eu for sincera com meus sentimentos e admitir, mesmo que me entristeça, que não quero escrever. Apenas não quero. Talvez esse seja o primeiro passo para quebrar o maldito círculo da procrastinação.

Arquivo pessoal - Foto tirada no Memorial Minas Gerais Vale

Ok, o desabafo foi feito, vou voltar para minhas leituras. Tchau, tchau!
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quarta-feira, 8 de abril de 2020


Fanfics para ler na quarentena (ou fora dela): Naruto Ships X

Chegamos a décima e última indicação de leitura dos ships mais maravilhosos de Naruto. Convenhamos, eu tenho um ótimo gosto para fanfic, né? Estou satisfeita demais por essa seleção, pela variedade de casais, temas e ideias. E para fechar com chave de ouro trago uma das melhores histórias do meu atual OTP dos sonhos: Madara e Tobirama.


Tive muita dificuldade para decidir qual fanfic MadaTobi colocaria nessa série. Tenho mais de dez favoritadas, uma mais incrível que a outra. O que pesou no fim foi o quanto a história mexia comigo. E Like Fire Weeping From a Cedar Tree, ou Como Fogo Chorando de Uma Árvore de Cedro, possui um enredo que está gravado no meu coração.

Escrita por MadMothMadame, essa oneshot é desenvolvida num universo de almas gêmeas, no qual uma pessoa pode sentir as dores da outra. Madara, cuja perspectiva é a única que possuímos, cresce com um misto de fascínio e horror com o fato de sua alma gêmea sentir dores constantemente; sejam elas físicas ou emocionais. Ele deseja encontrar essa pessoa para aplacar o inferno solitário no qual ela vive. O problema é que Madara possui coisas mais urgentes a se preocupar, como a sangrenta guerra entre os clãs Uchiha e Senju.

A história possui uma carga emocional altíssima, principalmente por acompanharmos o jeito com que Madara, o homem a espera da alma gêmea, trata Tobirama, que é sua alma gêmea. Tobirama é odiado por ser um assassino frio e cruel. As pessoas simplesmente não gostam dele, e Madara não é exceção. O caminho até um denominador comum entre eles é longo e doloroso.

- DADOS DA FIC -
Título: Like Fire Weeping From a Cedar Tree
Autor: MadMothMadame
Conteúdo: Maduro
Casal: Madara Uchiha / Tobirama Senju
Capítulos: 1 (concluída)
Idioma: Inglês
Link: aqui

Sinopse traduzida: A alma gêmea de Madara está sofrendo. O tempo todo.
É ao mesmo tempo a melhor e a pior coisa. Melhor, porque significa que Madara sabe que ele ainda existe em um mundo que dificilmente é constante. Pior, porque parece que ele está quebrando, e Madara faria qualquer coisa para ajudá-lo. Se ao menos ele pudesse encontrá-lo.

A fanfic possui duas sequências: Howling Out Here for the Morning Light, que revela a perspectiva de Tobirama dos fatos; e Anchor Up to Me, Love, que traz a perspectiva de Mito, a esposa de Hashirama e uma personagem devidamente explorada nesse enredo.

Espero que todas as indicações de leitura feitas nos últimos dias sirvam como uma boa distração e passatempo. Se cuidem, fiquem seguros e até uma próxima.

PS.: Essa é a postagem número 100 do blog :D



Indicações de Fanfics:
Naruto Ships I: Gaara/Lee
Naruto Ships II: Kakashi/Sakura
Naruto Ships III: Kakuzu/Hidan
Naruto Ships IV: Itachi/Sakura
Naruto Ships V: Shikamaru/Naruto
Naruto Ships VI: Sasuke/Naruto/Sakura
Naruto Ships VII: Kakashi/Iruka
Naruto Ships VIII: Sasori/Sakura
Naruto Ships IX: Sasuke/Naruto
Naruto Ships X: Madara/Tobirama (atual)


*Ilustração de capa tirada do Pintesrest
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